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A casa da lâmpada azul
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A concha de seda
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O alvará passional
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O retângulo luminoso
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A sagrada relação (ou A parede de vidro)
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A mulher do outdoor
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Sentimentos imperfeitos
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Vidas passadas
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O monstro
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Os estagiários
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O dono e o gato
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O contratado
O Castelo de Otranto: retorno à origem da maquinaria gótica sob três perspectivas
A multiplicidade dos narradores em Mayombe
O alienista: A construção da sátira e do ponto de vista, e suas implicações, a partir de trechos selecionados
  1. Segundo Colluci e França (2020, p. 213), destacam-se os operadores de leitura dessa maquinaria: “a) a personagem (vilanesco), b) o espaço (locus horribilis), c) o tempo (passado) e d) o medo (sobrenatural).”
  2. O tempo, como dispositivo da maquinaria gótica e como datação, não aparece no Capítulo I. De fato, essa informação de maneira clara existe apenas no Prefácio da Primeira Edição, e só pode ser considerada se forem admitidos os prefácios como constituinte da história, mas não da obra.
  3. Veja esses elementos como livres de ordenação e encapsuláveis, como uma matriosca, se preferir, e cujo funcionamento é tal qual como o da maquinaria gótica.
  4. Cf. ARISTÓTELES, 2011, p. 41.
  5. Ibid., p. 49.
  6. Cf. PRADO, Luiz. Em “Mayombe”, selva faz surgir o “homem novo” angolano. Jornal da USP, 2018. Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=127208. Acesso em: 11 out 2018.
  7. Cf. KAWAHALA, Edelu; DE VIVAR Y SOLER, Rodrigo Diaz. Mayombe: polifonia diaspórica, mestiçagens e hibridismo na guerra de libertação em Angola. Cadernos CESPUC, Belo Horizonte, n. 19, p. 51-60, 2010.